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Exemplares do Shiitake cultivado na Cogumelos Online.

O Shiitake possui efeitos muito importantes no combate ao colesterol e no controle do sistema imunológico, comprovados por estudos realizados principalmente no Japão e Alemanha.

Na natureza, cresce sobre madeira em decomposição. São muito saborosos e perfumados. Ao adquirir o seu Shiitake, prefira os que possuam cor homogênea, sem sinais de umidade nem mofo, além da cor clara em suas lamelas (parte de baixo do chapéu do cogumelo).

É aconselhável o seu consumo em no máximo uma semana (se adquirido fresco) e que seja conservado em geladeira. No cozimento, é preciso tomar cuidado para que ele não cozinhe muito, pois há o risco de se tornar rijo, além de cozinhar muito rápido. Confira também as nossas deliciosas receitas com Shiitake. Bom apetite!

 

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O Shiitake é uma variedade originária do nordeste asiático. Seu nome científico é Lentinus Enodes e foi o primeiro cogumelo comestível do mundo a ser cultivado pelo homem.

Segundo sua história, há mais de 1.500 anos, um chinês chamado Wu San Kwung, caminhando pela floresta, observou certo tipo de cogumelo, que ele mesmo chamou de “cogumelos perfumados”. Percebeu que esse cogumelo se desenvolvia em troncos de madeira caídos e que se multiplicavam de um tronco para outro. Sendo assim, levou alguns desses troncos com o Shiitake para sua casa e começou a cultivá-los.

Atualmente, na Ásia, principalmente na China e no Japão, o Shiitake faz parte da alimentação do dia-a-dia. Já no Brasil, o Shiitake ocupa o 2º lugar no ranking dos cogumelos mais consumidos, atrás apenas do Champignon.
 
 

Altamente protéico, o Shiitake pode ser considerado a “carne vegetal”.

Com sabor exótico e refinado, o Shiitake vem, aos poucos, firmando-se no mercado brasileiro.

Como pode ser visto na tabela abaixo, o Shiitake é uma opção extremamente saudável na alimentação.

Cada 100g de Shiitake possui:
Calorias 55 cal
Niacina 1,5 mg
Vitamina B6 0,16 mg
Folacina 20 mg
Acido Pantotênico 3,5 mg
Vitamina C 0,3 mg
Cobre 0,9 mg
Magnésio 14 mg
Fósforo 29 mg
Potássio 2,18 mg
Zinco 5,5 mg
Sódio 30 mg

 

 


O composto depois de inoculado.


Diferentes etapas de desenvolvimento


Galpão de desenvolvimento do Shiitake.


Galpão de desenvolvimento do Shiitake.


Shiitake recém colhido.


Shiitake em processo de acondicionamento.


Controle de qualidade e peso.

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O Shiitake se desenvolve muito bem em ambiente natural, ou seja, não necessita de adubos nem defensivos agrícolas. Também não exige grandes áreas de cultivo nem instalações sofisticadas. Precisa apenas de água limpa e madeira ou composto. Todos esses fatores viabilizam o seu cultivo por qualquer pessoa que se interessar em produzi-lo.

Antes de falar sobre os processos de cultivo do Shiitake, é preciso saber que ele não nasce de uma “semente” propriamente dita.

Como se trata de um fungo, ele se origina por meio de “esporos” (células filamentosas denominadas hifas – trata-se uma reprodução assexuada que ocorre a partir da fragmentação do micélio; cada um desses fragmentos, ou hifas, torna-se um organismo vivo e independente).

A “semente” do Shiitake é obtida por meio de matrizes, que são desenvolvidas por laboratórios especializados. Isso acontece porque o Shiitake se desenvolve melhor se suas matrizes forem criadas em ambiente de total assepsia (esterilizado), de modo que não haja contato com outros fungos competidores.

O segundo passo é o “plantio” do Shiitake. Como esse se desenvolve na natureza em troncos de madeira, é preciso selecionar toras que possuam o tamanho correto (entre 80 e 120 cm de comprimento por 10 a 12 cm de diâmetro). No Brasil, o Shiitake se adaptou muito bem em toras de eucalipto, muito abundantes por aqui.

Se não por meio de toras, outro modo de cultivo do Shiitake é por meio do substrato (ou composto), que nada mais é que um composto de vegetais, preparado especialmente para o cultivo do cogumelo. O substrato é geralmente constituído de elementos vegetais como bagaço de cana, capim, palha, trigo e arroz. Também são adicionados a este composto nutrientes como cálcio, uréia e gesso.

Escolhido o método de produção, é preciso “semear”. Esse processo é chamado de “inoculação” ou contaminação do composto ou da tora pela matriz do Shiitake.

Em seguida, depois do processo de inoculação, o Shiitake precisa se desenvolver ou frutificar. O ambiente ideal possui boa circulação de ar, pouca iluminação, temperatura de cerca de 25ºC e umidade relativa do ar acima dos 60%, além de muito cuidado com a água, pois tanto seu excesso como sua falta são prejudiciais ao Shiitake.

Como se pode notar, a produção do Shiitake não é complicada. Ao lado, você pode ver as diferentes etapas do cultivo do Shiitake nas propriedades da Cogumelos Online®

 

Veja deliciosas receitas com o Siitake.

 


Substrato ou Composto:
Composto utilizado como base para o cultivo dos cogumelos, ou seja, seu "solo". Muitos cogumelos se desenvolvem naturalmente em toras de madeira, mas o composto se torna um meio mais eficiente de produção. É formado por materiais vegetais como bagaço de cana, capim, farelo de trigo, arroz, milho, aveia e serragem, e recebe nutrientes, como cálcio, gesso e uréia, para o equilíbrio de pH (nível de acidez do substrato). Atualmente, existem empresas especializadas na produção do composto (substrato).

Frutificação:
É neste processo que o composto, ou tora, depois de inoculado, vai para a área de desenvolvimento, onde recebe os cuidados de cultivo para que o cogumelo se desenvolva.
Inoculação:
É o processo de "semeação" do cogumelo. Neste processo, a tora de madeira ou o composto (substrato) são "contaminados" pela matriz (spawn) do fungo. Feito este processo, o cogumelo está pronto para se desenvolver.

Matriz ou Spawn:
É a "semente" dos cogumelos. Para que haja uma produção eficiente e satisfatória, é necessário que as matrizes sejam desenvolvidas em laboratórios especializados, em ambiente de total assepsia (esterilizado), para que não haja contato com outros fungos competidores.

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